SUMÁRIO: A MORTE DE ZILDA ARNS NOS TRAZ À MENTE OUTRA GRANDE HUMANISTA JÁ FALECIDA, MADRE TEREZA DE CALCUTÁ. SUAS OBRAS AS ETERNIZARÃO NÃO NOS DEIXANDO ESQUECER A QUE ESTÁGIO PODE SER ELEVADO O ESPÍRITO HUMANO.
Sabemos que os corpos perecem, nenhum vivente pode ser eterno. A maior parte de nós deixará lembranças, boas ou não, depois que nos formos.
Lembranças estas, nossos legados, que também perecerão levando-nos a possibilidade de tornarmos perenes nossas existências.
Há porém pessoas que, mesmo não mais entre nós, estarão sempre presentes. São indivíduos cujas obras os elevam à condição de eternos.
Zilda Arns e Madre Tereza de Calcutá, humanistas, grandes mães sempre dispostas a acolher desfavorecidos a seu alcance, serão eternas.
Excepcionais seres humanos cujas idéias e ações dão mostras de seus espíritos verdadeiramente superiores. Vidas dedicadas aos desfavorecidos.
O falecimento de Zilda Arns marca o início de sua eternidade, sim pois vivente e atuante não a teríamos mesmo para sempre. Exatamente como foi com Madre Tereza.
Nunca antes me pareceu tão verdadeiro o trecho da Oração de São Francisco:"... é morrendo que se vive para a vida eterna...".
Parece-me mesmo que a Oração de São Francisco poderia ser vista como roteiro de brevíssimo filme: "Vida e Paixão em Zilda Arns".
Oração de São Francisco.
Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais,
Consolar, que ser consolado; compreender,
que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.
Zilda e Madre Tereza estarão sempre conosco. Façamos de suas
histórias e demais legados exemplos e inspirações para todos.
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